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HOMENS, NÃO SE DESESPEREM: USEM ESSAS 6 DICAS CIENTÍFICAS PARA CONQUISTAR AS MULHERES

terça-feira, 2 de junho de 2015
No que se trata de amor e atratividade, vale de tudo e não há regra universal. No entanto, algumas coisas simples podem te deixar mais propenso a chamar a atenção do sexo feminino. Se você é homem, confira as dicas da ciência de como atrair as mulheres e combine-as com seu charme pessoal:

6. Use roupas vermelhas

Esta exata camiseta vermelha é a única exceção a regra
De acordo com um estudo da Universidade de Rochester, só usar a cor vermelha já faz um homem mais atraente e sexualmente desejável para as mulheres. Elas, aparentemente, não têm conhecimento deste efeito excitante – mas, na pesquisa, consideraram o mesmo homem vestindo vermelho mais atraente do que quando ele estava usando outra cor.

5. Tenha uma barba média

barba media
Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul fotografaram 10 homens em quatro estágios de crescimento da barba: sem barba, por fazer (5 dias sem barbear), barba média (10 dias sem barbear) e totalmente barbudo. 351 mulheres e 177 homens heterossexuais viram as fotos e avaliaram cada rosto por atração, masculinidade, saúde e capacidade de ser pai. As mulheres classificaram os rostos com barba média como os mais atraentes.
Os participantes disseram que os homens bem barbeados pareciam tão saudáveis e atraentes quanto os mais barbudinhos, porém os com mais pelos faciais pareciam “melhores pais”. A barba por fazer conquistou pontuações baixas em todas as categorias. Os cientistas concluíram que a barba média parece ideal para as mulheres porque transmite maturidade e virilidade, só que com menos agressividade, implicada por uma barba mais cheia.
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4. Tenha uma boa postura

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Uma boa postura é sexy. Além disso, a pesquisa mostra que colocar seu corpo em uma “pose de poder” pode aumentar o seu nível de testosterona e sentimentos proporcionais de autoconfiança.
Em uma série de estudos, os psicólogos Dana Carney, Amy Cuddy e Andy Yap analisaram participantes em diversas posturas: algumas muito expansivas, de alto poder (por exemplo, com os braços nos quadris, pernas afastadas, ou sentado com as pernas na mesa e mãos atrás da cabeça), e outras mais fechadas (por exemplo, braços e pernas bem juntos). Eles, então, mediram o senso de confiança e poder dos participantes, e coletaram amostras de saliva para medir seus hormônios. As posturas poderosas levaram a um aumento nos sentimentos de poder e confiança.
Finalmente, os cientistas também concluíram que a atenção para a linguagem corporal é importante em muitas situações sociais, como uma conquista, pois pode influenciar as impressões que você deixa nos outros.

3. Não sorria muito

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Segundo um estudo da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), as mulheres acham os homens menos atraentes quando eles sorriem, em comparação com um rosto sério ou neutro.
Os cientistas sugerem que os homens sorridentes foram julgados como mais femininos e menos dominantes pelas mulheres. “Os resultados parecem refletir algumas normas de gênero muito tradicionais e valores culturais que foram reforçados através da história, pelo menos nas culturas ocidentais”, explica a pesquisadora Jessica Tracy. No estudo, o contrário ocorreu com os homens – eles acharam as mulheres mais atraentes quando elas estavam sorrindo.
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2. Levante peso

Muscular Man Performing Crossfit Workout With Kettlebell
Homens que são mais musculosos do que a média são muito mais propensos a ter casos de curto prazo e múltiplos parceiros sexuais do que os mais fraquinhos, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
E esse sucesso todo não tem a ver só com aparência – mesmo que as mulheres não tenham consciência disso. “Todo mundo sabe que a testosterona é um hormônio que promove a força nos homens, mas menos conhecido é o fato de que o hormônio também está associado com o funcionamento do sistema imunológico”, disseram os pesquisadores do estudo. “Características sexuais secundárias evoluíram como indicadores de qualidade do companheiro, porque demonstram uma capacidade de prosperar. Os homens em boa forma para suportar os efeitos insalubres da imunossupressão têm que ser especialmente aptos e são, portanto, mais propensos a transmitir essa aptidão para os seus descendentes”.
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1. Sue mais

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A androstenodiona é um componente do suor masculino derivado da testosterona. Este é um dos poucos compostos humanos que sabemos que pode afetar o nosso humor. E uma pesquisa da Universidade de Chicago também mostrou que tem o efeito de manter ou aumentar o clima positivo em mulheres que inalam a química.
“As respostas das mulheres no estudo foram melhora do humor e excitação sexual um pouco maior. As mulheres também responderam com um aumento da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória. Isso durou cerca de uma hora, se as mulheres inalaram a androstenodiona durante quinze minutos ou mais”, disse a Dra. Claire White, uma das cientistas do estudo.
Suar mais pode ser tudo o que você precisa para fazer aquela mulher dos seus sonhos finalmente te dar bola – mesmo que por tempo limitado.

6 DICAS CIENTÍFICAS PARA SEU CASAMENTO DAR CERTO

Enquanto os pesquisadores não criam a fórmula do amor, ou mesmo uma poção do amor, siga as dicas seguintes para fazer seu casamento durar. Não custa tentar, não é?





1 – Case com alguém que gaste como você
dinheiro
Se você é controlado com os seus gastos, mas se casa com alguém que sempre estoura o limite do crédito, é bem capaz que a sua paciência também estoure, e o casório vai por água abaixo. O professor de administração Scott Rick, da Universidade de Michigan, entrevistou mais de mil pessoas, casadas e solteiras, e verificou que as pessoas tendem a se casar com pessoas com tendências opostas de gastos. O estudo mostrou que eles também brigam mais por causa de dinheiro e, geralmente, estão insatisfeitos com sua união.
2 – Faça bastante sexo
Os pesquisadores Michelle Russell e James McNulty, da Universidade do Tennessee, verificaram que sexo frequente pode ajudar no casamento de pessoas neuróticas. Aqueles que mantêm uma rotina regular de relações sexuais estão tão satisfeitos quanto os casais com menos “neuroses”, segundo um estudo publicado por eles em outubro de 2010. Mesmo se o sexo não for muito bom no começo, mantenha a prática. Outro estudo mostrou que as relações melhoram com a idade. Homens com 50 anos se mostraram mais satisfeitos com sua vida sexual do que aqueles com 30 e poucos anos de idade, de acordo com uma pesquisa publicada em 2006.
3 – Fale mais “obrigado” e “nós”
Em 2007, pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona perguntaram a casais se eles se mostravam gratos pelas tarefas realizadas por seus parceiros. A maioria disse que se sentia grato, mas não demonstrava para o outro, pensando que “eles deveriam saber”. Os resultados mostraram que aqueles que compartilhavam e ouviam estes sentimentos de apreço guardavam menos rancor em relação à tarefas mal compartilhadas (pense no quanto de louça você não ajuda o(a) seu(sua) parceiro(a) lavar). Eles também estão mais felizes em seus relacionamentos.
Além de dizer mais “obrigado”, está na hora de usar mais vezes a palavra “nós”. Um estudo publicado em um periódico internacional de psicologia, em 2009, mostrou que as esposas e maridos que usavam palavras como “nós” ou “nosso”, quando falavam sobre um assunto conflituoso, também demonstravam mais carinho. Isso diminuía comportamentos raivosos e os níveis de estresse psicológico durante uma briga.
4 – Resolva-se logo
Se o seu parceiro te irrita agora, o futuro de vocês é desanimador. A insatisfação com os “defeitos” aumenta com o tempo em que estão juntos. Pesquisadores entrevistaram 800 pessoas sobre seu nível de “negatividade” em relação ao parceiro, aos filhos e aos amigos. Os companheiros ficaram no topo da lista como os mais irritantes. E a tendência era piorar com o tempo. Contudo, isso pode ser algo normal em todos os relacionamentos. “Como este era um padrão entre a grande maioria dos participantes, percebemos que é algo normativo. Não é fora do comum”, disse o líder do estudo, Kira Birditt, do Instituto de Pesquisas Sociais da Universidade de Michigan.
5 – Seja durão
O professor de psicologia James McNulty, da Universidade do Tennessee, verificou que o combustível de alguns casamentos são as atitudes negativas. Acredite se quiser. Para alguns casais com muitos problemas, o melhor jeito de “melhorar” o casamento é botar a culpa um no outro, mandar o outro mudar e perdoar menos.
Segundo ele, essencialmente, casais felizes se comportam de maneiras que, ao invés de fazê-los mais contentes, apenas refletem seu contentamento. Já os casais insatisfeitos, se tentam fazer o mesmo, acabam piorando o relacionamento com o tempo. McNulty diz que, nestes casos, botar a culpa no outro pode estimular o casal a mudar.
6 – Se esforce
O amor pode durar se você se esforçar para fazê-lo perpetuar. Um estudo de 2009 analisou respostas de seis mil pessoas, incluindo casais recém-formados e outros que estavam há décadas juntos. Um número surpreendente de pessoas respondeu que ainda estava apaixonado pelo companheiro mesmo depois de um longo tempo.

E qual o segredo? Esforço. Estes casais felizes disseram que dedicavam tempo um ao outro e conseguiam resolver conflitos com calma e compreensão. O estudo mostrou que novas experiências estimulavam a produção de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que estão em altas concentrações no cérebro no começo dos relacionamentos. Conclusão: se esforce para cuidar de seu parceiro, para amá-lo e para nunca deixar o relacionamento cair na rotina. [LiveScience]

UM MÉTODO BARATO E DIVERTIDO DE EVITAR O DIVÓRCIO

Atualmente, ninguém está livre do fantasma do divórcio. A boa notícia é que um método confortável e regado a pipoca e refrigerante pode ser uma saída saudável para manter a união.
Pesquisadores relatam que discutir cinco filmes sobre relacionamentos no período de um mês poderia reduzir pela metade a taxa de divórcio dos recém-casados, que é de três anos. O estudo, envolvendo 174 casais, é o primeiro de longo prazo a comparar diferentes tipos de programas de intervenção precoce de casamento.
Os resultados mostram que a abordagem barata, divertida e relativamente simples pode ser tão eficaz quanto outros métodos mais intensivos conduzidos por terapeutas, reduzindo a taxa de divórcio ou separação de 24% para 11%, depois de três anos. “Nós achávamos que o tratamento com filmes ajudaria, mas não tanto quanto os outros programas”, conta o professor de psicologia na Universidade de Rochester (EUA) Ronald Rogge, autor do estudo.
“Os resultados sugerem que os maridos e esposas têm noção de que poderiam estar fazendo de certo e errado em seus relacionamentos. Assim, você pode não precisar lhes ensinar um monte de habilidades para reduzir a taxa de divórcio. Você só precisa fazê-los pensar sobre como estão se comportando. É incrível que cinco filmes nos deem uma vantagem que dura por mais de três anos”, comemora.

O cientista ainda acrescenta que este exercício de autoajuda poderia abrir novas possibilidades para nutrir os laços nupciais em uma escala mais ampla. Isso porque é, obviamente, bem mais fácil que os casais lidem com seus próprios problemas do que tenham que procurar um profissional especializado para ajudá-los a salvar a relação.
Rogge e sua equipe, que inclui o coautor Thomas Bradbury, professor de psicologia e codiretor do Instituto de Relacionamento na Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA), publicaram os resultados na edição de dezembro do “Journal of Consulting and Clinical Psychology”.

O estudo

Enquanto vários grupos religiosos têm programas para preparar os noivos para o casamento e para auxiliá-los ao longo dos anos, os números de divorciados têm crescido. Por isso, cada vez mais instituições tentam entender essas situações para evitar a medida mais extrema.
Um sustentáculo de muitos desses programas, apoiado por pesquisas anteriores, é que os casais vão resistir melhor à fricção da convivência se dominarem certas habilidades de relacionamento. “Quando começamos este estudo, a sabedoria predominante era de que a melhor maneira de manter relacionamentos saudáveis ​​e fortes era ajudar casais a lidar com conversas difíceis e potencialmente divisoras”, explica Bradbury.
Para testar esta teoria, a equipe distribuiu recém-casados aleatoriamente em três grupos: gestão de conflitos, compaixão e formação da aceitação e conscientização do relacionamento através do cinema. Eles escolheram se concentrar nos três primeiros anos de casamento, porque “a dissolução da relação é direta”, como explica Bradbury. Um em cada quatro termina em divórcio.
O grupo da gestão de conflitos aprendeu uma técnica, às vezes chamada de escuta ativa ou técnica de falante-ouvinte, para discutir questões intensas. Ela ajuda as pessoas a se concentrar no que o seu parceiro está dizendo ao invés de se apressar para responder. Estudos anteriores sobre esta prática mostraram que ela era eficaz na promoção de relações mais felizes e mais satisfatórias ao longo de três a cinco anos.
Já o grupo da compaixão e formação da aceitação participou de uma intervenção projetada por Rogge e seus colaboradores que visa ajudar os casais a trabalhar em equipe e encontrar um terreno comum em torno de suas semelhanças. Casais foram incentivados por meio de uma série de palestras e exercícios a se aproximar de suas relações com mais compaixão e empatia, fazendo coisas como ouvir como um amigo, praticar atos aleatórios de bondade e carinho e usar a linguagem de aceitação.
Em contraste, o grupo de filme e conversa assistiu a uma palestra de 10 minutos sobre a importância da consciência do relacionamento e como assistir filmes em casal poderia ajudar os cônjuges a prestar atenção ao seu próprio comportamento. Em seguida, assistiram “Um Caminho Para Dois”, de 1967, uma comédia romântica sobre as alegrias e tensões do amor jovem, infidelidade e pressões profissionais ao longo de 12 anos de um casamento.
Depois disso, cada casal se reuniu separadamente para discutir uma lista de 12 perguntas sobre as interações vistas na telona. Uma pergunta, por exemplo, era sobre como os parceiros do filme lidavam com discussões: “Eles eram capazes de se abrir e dizer uns aos outros como realmente se sentiam ou tendiam apenas a atacar um ao outro com raiva?”. Os casais ainda foram convidados a considerar de que maneira a relação do filme era semelhante ou diferente de seu próprio relacionamento em cada uma das áreas.
Os participantes deste grupo, então, foram mandados para casa com uma lista de 47 filmes com relações íntimas como um dos principais focos da trama, dos quais deveriam assistir um por semana até o próximo mês, seguindo a mesma discussão guiada por cerca de 45 minutos.
Para a surpresa dos pesquisadores, todas as abordagens foram igualmente efetivas, reduzindo a taxa de divórcio e de separação pela metade em comparação ao grupo de controle. Ussi significa que os casais podem investir muito menos dinheiro e tempo nestas sessões de cinema em casa ao invés de recorrer a programas mais intensivos. Os resultados sugerem que muitos casais já possuem habilidades de relacionamento, eles só precisam de lembretes para colocá-las em prática, concluem os autores.

Fórmula mágica

Já que as pessoas assistem filmes o tempo todo, o que exatamente faz com que esta intervenção seja tão efetiva? “Eu acho que é o fato de que os casais estão reinvestindo no seu relacionamento e tendo um olhar duro e frio sobre seu próprio comportamento que faz a diferença”, pontua Rogge. “A triste verdade é que quando a vida te decepciona, você chega em casa e as pessoas que são mais propensas a serem atacadas pela sua frustração são os que você mais ama. Para estes casais, parar e pensar: ‘Eu gritei com você, te chamei de coisas ruins e isso não é legal. Não é isso o que eu quero fazer com a pessoa que eu mais amo’. Esta visão por si só é provável que seja o que faz essa intervenção funcionar”.
Para as pessoas que se sentem desconfortáveis ​​com oficinas de relacionamento e intervenções em grupo, a abordagem de filme e conversa pode ser uma alternativa. “Assistir a um filme juntos e ter uma discussão não é tão assustador. Tem menos patologização, é menos estigmatizante”, garante o líder do estudo.
Uma vez que alguns dos recém-casados ​​no estudo foram acompanhados por até sete anos, ele também especula que o método de filme seria útil para casamentos de longa duração. “Ter um tempo para sentar e dar um olhar objetivo sobre seu relacionamento é útil em qualquer casal em qualquer fase”, garante. Uma sugestão é que os casais façam o exercício anualmente, por exemplo, no dia de seu aniversário de casamento, tornando a prática uma tradição. [Science DailyThe Times of India,University Herald]

6 DICAS PARA SEU RELACIONAMENTO NÃO NAUFRAGAR

Não há nenhuma fórmula de sucesso para um relacionamento perfeito. No entanto, cientistas têm estudado muito sobre casais bem sucedidos. Relações são diferentes umas das outras, mas podemos tirar um monte de informações daquelas que sabemos que funcionam.
Ao longo dos anos, esses estudos apresentam algumas tendências que nos ajudam a compreender melhor o que diferencia um relacionamento duradouro de um que termina rapidamente. A maioria das coisas é apenas bom senso, mas isso não significa que nós não precisamos de um lembrete ocasional.

6. Positividade é mais importante do que você pensa

Não é surpreendente que uma pessoa mais positiva provavelmente vá ser feliz em seus relacionamentos. O que é interessante é o quanto isso é importante.
Em um estudo da Universidade de Chicago, os pesquisadores descobriram que quando o marido tem um alto nível de positividade, há menos conflito em seu relacionamento. Da mesma forma, o modo como parceiros respondem a boas notícias vindas do outro também é essencial. Em um estudo publicado no The Journal of Personality and Social Psychology, os pesquisadores descobriram que a forma como os casais reagem a boas notícias, seja com emoção, orgulho ou indiferença, é crucial na formação de uma forte ligação.
É claro que você não precisa achar que tudo está sempre muito bem. Apenas certifique-se de mostrar um pouco de alegria quando o seu parceiro for bem-sucedido em alguma coisa.

5. Comunique-se corretamente

Sem surpresa, os estudos mostram que os conflitos sobre dinheiro e má comunicação lideram os problemas de relacionamentos de casais infelizes mais do que quase qualquer outra coisa. Infelizmente, lidar com esses tipos de problema é difícil.
A boa comunicação exige esforço, é difícil e nem sempre corre bem. Mas quando você deixa as coisas pequenas durarem para sempre e não se comunica, surgem problemas. Estudos mostram que normalmente é o dinheiro que leva a esta falha, mas todo relacionamento tem seu próprio conjunto de questões que precisam ser trabalhadas.

4. Mantenha amizades fortes fora do seu relacionamento

Quando você está em um relacionamento, muitas vezes é mais fácil fazer tudo com a outra pessoa. Isso é ótimo, mas é importante manter amizades fora disso. Várias pesquisas mostram que casais felizes mantêm amizades e hobbies fora do relacionamento.
Você não quer gastar todo o seu tempo com uma pessoa, e você quer conversar com outras pessoas, até para não deixar todo o fardo de seus problemas e da sua vida nas costas de uma só pessoa. A escritora Tara Parker-Pope coloca bem em seu livro “For Better” (Para Melhor, em tradução livre): “A maneira de fortalecer um casamento é colocar menos exigências emocionais no cônjuges. Isso não significa perder a intimidade emocional com o seu marido ou esposa. Significa apenas que os casais têm muito a ganhar com o fortalecimento de suas relações com os membros da família e amigos. Os casais mais felizes são aqueles que têm interesses e apoio para além do casal”.
Claro, fazer e manter amigos é um trabalho árduo, mas faça um esforço para manter essas relações fortes, se você quer que seu relacionamento romântico dure.

3. Experimente coisas novas constantemente

Assim como na maioria dos aspectos da vida, tendemos a ficar presos em nossos hábitos nos nossos relacionamentos. Quando isso acontece, as coisas começam a ficar um pouco chatas. Estudos mostram que os casais que tentam coisas novas com regularidade têm relacionamentos mais felizes.
Em uma série de experimentos, alguns casais tiveram como atribuição uma tarefa mundana que envolvia simplesmente andar para trás e para a frente dentro de um quarto. Outros casais, no entanto, faziam parte de um exercício mais desafiador – seus pulsos e tornozelos foram unidos enquanto eles também deveriam andar para frente e para trás, mas empurrando uma bola.
Antes e após o exercício, os casais foram perguntados sobre coisas como: “Quão entediado você está com seu relacionamento atual?”. Os casais que participaram das atividades mais desafiadoras e excitantes mostraram aumentos maiores no amor e na satisfação, enquanto os casais que realizaram a tarefa mais fácil não mostraram alterações significativas.
Isto também significa apenas que é importante se divertir juntos. Pesquisa da Universidade de Denver mostra que casais que passam tempo em atividades divertidas tendem a permanecer juntos por mais tempo. “Quanto mais você investir em diversão e amizade e estar lá para o seu parceiro, mais feliz o relacionamento vai ser ao longo do tempo”, diz Howard Markman, psicólogo que codirige o centro da universidade para estudos conjugais e familiares. “A correlação entre diversão e felicidade conjugal é alta e significativa”, compara ele. Essas novas experiências também têm um efeito positivo sobre a sua percepção de tempo e tendem a ajudá-lo a lidar com mudanças inesperadas.

2. Sexo é importante

Como seria de esperar, uma série de estudos mostram que os casais que fazem sexo pelo menos duas a três vezes por semana são mais felizes com o relacionamento. Sem rodeios, independentemente da idade, quanto mais sexo você faz, maior é o nível de satisfação com o relacionamento.
A questão é arranjar tempo para isso. Com todas as atividades da vida moderna, conseguir tempo para fazer sexo tem se tornado cada vez mais raro, ainda mais sexo de boa qualidade. Anthony Lyons, pesquisador da Universidade La Trobe, na Austrália, afirma que os casais precisam aprender a se comunicar sobre suas necessidades sexuais ou suas razões para não querer sexo.
“Os casais precisam conversar sobre a frequência das relações sexuais”, diz Lyons. “Falar abertamente sobre sexo e encontrar um meio termo em relação à frequência parece ser muito importante para a satisfação sexual e do relacionamento em geral”, pondera.
Pode parecer bobagem fazer algo como programar um tempo para a intimidade, mas é importante abrir o diálogo sobre sua vida sexual e dedicar algum tempo para ficar apenas um com o outro.

1. E, obviamente, não seja um idiota egoísta

Para cada estudo sobre questões como sexo, positividade e tudo o mais, há um monte de investigação sobre as minúcias do que faz um relacionamento bem sucedido. Para resumir, a maior parte desta pesquisa é bastante simples: não seja um idiota egoísta. Aqui estão apenas algumas coisas que as pesquisas – e a realidade – dizem que você deve fazer:
Contribua com as tarefas domésticas
Em um estudo de pequena escala, pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) rastrearam a vida de várias relações ao longo de 4 anos. Suas conclusões? Casais que têm um sistema para lidar com as tarefas domésticas e que cuidam uniformemente delas são muito mais felizes. Então, quando seu parceiro ou parceira sugere que você lave os pratos de vez em quando, apenas lave.
Pare de desperdiçar sua vida jogando videogame
Jogar videogame é muito legal, e até mesmo jogar excessivamente não tem um efeito negativo nos relacionamentos. No entanto, uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quando o jogo afeta a rotina de um relacionamento, isso pode causar problemas. Como, por exemplo, quando um dos dois fica acordado até tarde jogando, falta a atividades sociais, ou qualquer outra coisa do tipo. O jogo não é o culpado aqui, porém, a lição é que qualquer hobby que perturba sua rotina vai causar problemas.
Pare de discutir os problemas por mensagens de texto
A tecnologia é maravilhosa, mas um estudo identificou que os casais que lidam com brigas em mensagens de texto têm uma relação de qualidade inferior. Isso significa que os casais que usaram mensagens de texto para pedir desculpas ou lidar com as diferenças em vez de ter conversas cara a cara tendem a relatar infelicidade. Dito isto, mensagens positivas, como um ocasional “eu te amo”, ainda são ótimos, basta parar de tentar resolver as coisas complicadas por SMS ou Whatsapp.
Repense seus hábitos alcoólicos
Se você costuma beber bastante e seu parceiro ou parceira não, existem grandes chances de vocês já terem tido um punhado de brigas sobre o assunto. Acontece que estudos mostram que, quando uma pessoa bebe e a outra não, o problema persiste. Quer uma boa notícia? Casais que bebem juntos são tão propensos a ter um relacionamento bem sucedido quanto casais que não bebem. E não é só sobre a bebida. Outro estudo sugere que as diferenças entre os cônjuges sobre alimentação e tabagismo causam problemas semelhantes.
Obviamente, isso não é tudo. Como já foi dito, não existe fórmula mágica. Além disso, outros estudos mostram que outros aspectos da vida a dois são tão importantes quanto estes mostrados aqui, mas são mais difíceis de se fazer algo a respeito. Por exemplo, alguns estudos têm mostrado que os filhos tornam os casais menos felizes, mas há evidência do contrário também – de crianças de fato tornando seus pais mais felizes dentro do relacionamento. Da mesma forma, os efeitos da convivência, orientação sexual, a ordem de nascimento, educação, idade e muitas outras coisas são fatores importantes para relacionamentos bem sucedidos. Um monte disso está além do nosso controle, e ao mesmo tempo que são coisas interessantes a nível das ciências sociais, não há nada que possamos realmente tirar delas.
Mas a ideia geral desses estudos é simples: ser agradável, manter as linhas de comunicação abertas, e fazer um esforço para fazer as coisas que importam. Esta é a ciência por trás de um relacionamento sólido, mas ela por si só não faz nada. Às vezes, os relacionamentos são muito mais do que ciência.

A sexualidade do casal cristão.

segunda-feira, 1 de junho de 2015
Faça sol ou faça chuva, no frio ou no calor, com cansaço ou relaxado, não importa. O apetite sexual do brasileiro não encontra barreiras para se satisfazer. As pesquisas sinalizam, a mídia incrementa, os produtos estimulam. E o casal que busca viver dentro de princípios cristãos, com fidelidade conjugal e ética moral nem sempre consegue administrar desejos e possibilidades. Afinal, a própria Bíblia está cheia de orientações sobre comportamento afetivo e sexual entre casais. O apóstolo Paulo enfatizou que homem e mulher devem sempre manter um acordo sobre suas relações sexuais a fim de evitar tentações (1 Cor 7:5).

Diante de tantas pressões, o escritor do maior número de cartas do Novo Testamento sintetizou muito bem: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por elas” (1 Cor 6:12). Assim sendo, o que seria lícito ou não para um casal cristão nos momentos de intimidade?
Existe alguma recomendação específica sobre regras e práticas do que deve ocorrer entre marido e mulher dentro de quatro paredes?
O que mais tem afligido os casais na hora da relação sexual? E por mais que o homem ou mulher brasileiros se mostrem despojados de pudores ou questionamentos, sempre há aqueles que querem esclarecer e discutir suas opiniões. Casais crentes, sejam mais liberados ou não quanto à sua performance com o parceiro, também necessitam de mais esclarecimento. Com o índice de separações cada vez maior em famílias evangélicas, não se pode desconsiderar que, muitas vezes, problemas no sexo são o estopim para um divórcio.

A freqüência do ato sexual é uma dessas questões sempre debatidas. Alguns reclamam de excesso, outros de falta de sexo no casamento. Saber reconhecer o limite do cônjuge na hora de determinar a freqüência nas relações sexuais é fundamental. É claro que a atração e vontade de fazer amor com a pessoa amada é saudável, desde que o desejo de um não se torne o tormento do outro. Mas como saber se o número de relações de um casal está além da conta? De acordo com especialistas, essa resposta é variável e deve ser dada pelo próprio casal. O excesso ocorre quando a freqüência ultrapassa uma média dentro do casamento, isto é, a quantidade de vezes com a qual os dois estavam acostumados começa a aumentar, ou quando supera a vontade do outro.
O médico Ademir Pacelli Ferreira, professor do Instituto de Psicologia da Uerj, explica que a expressão “excesso de sexo” não é um conceito psicopatológico. “É um termo que parte de uma norma, aparecendo como queixa de um”, afirmou. Ele diz que é difícil haver equilíbrio no apetite sexual, pois sempre haverá um mais estimulado que o outro. É a convivência e o perceber-se um ao outro que define quem vai ceder e o que vai ceder a fim de que o casal encontre um caminho comum. Identificar a raiz do comportamento é uma tarefa de marido e mulher. E se chegar a um acordo for complicado, procurar ajuda externa é a orientação.

O recém-casado Pedro Vieira, 25 anos, está sentindo na pele os efeitos do seu desejo. Casado há apenas oito meses, ele admite que sua esposa de 20 anos tem se queixado do seu apetite, sinalizado diariamente. “Por mim, eu manteria relações com minha esposa todos os dias, mas ela reclama”, reconheceu. O conflito tem algumas razões que já começam a aparecer. A primeira é a formação. Ela é evangélica de berço, e ele está freqüentando a igreja. Ambos têm, portanto, valores diferentes. Diante da negativa, ele diz que insiste e, quando não vê alternativa, vai dormir chateado. “Fico chateado só na hora, mas procuro entender. Depois passa. Às vezes, minha esposa também fica brava”, emendou. Apesar do desentendimento, garante que o casamento não foi abalado.

Tradicionalmente, o maior desejo vem do homem. E, diante da situação, a reação da mulher vai depender de sua orientação nas diferentes áreas do comportamento: sexualidade e espiritualidade, por exemplo.

Martha Gonçalves enfrentou o mesmo desafio da esposa de Pedro Vieira. Ela conta que os 15 anos de casamento não afetaram em quase nada o comportamento do marido, que a procura a cada dois dias, e, dependendo da semana, o convite pode ser diário. “Ele teve formação diferente da minha, converteu-se depois. Então, procurei entendê-lo, assim como ele também procurou me entender. Fiquei um pouco assustada no início, porque não esperava que fosse tão freqüente, mas vi que era uma necessidade dele. Como eu tinha saúde, fomos nos moldando”, lembrou Martha, que afirma que foram poucas as vezes que negou sexo. “Quando isso acontece, ele entende. Pensava também que, se ele não satisfizesse seu desejo comigo, poderia procurar fora de casa.” E de acordo com Pacelli Ferreira, há homens que justificam o adultério pela resistência da mulher.

PERSPECTIVA FEMININA

Sob a perspectiva feminina, a médica Esther Ribeiro explica que se a excitação for natural, não traz qualquer tipo de problema para o corpo da mulher. “Se a mulher for muito amada, ela não tem limite”, atestou. Para a especialista, que é ginecologista, terapeuta familiar e pastora, o único período em que a mulher deve evitar manter relações é o menstrual, quando o sangue é um elemento que facilita infecções e o colo do útero está muito aberto, possibilitando a subida de bactérias. Como terapeuta familiar, Esther diz que prejudicial não é o excesso em si, mas como a mulher (ou o homem) está desfrutando da relação. “Estamos vivendo em um mundo onde o que importa é o ‘meu’ prazer e não o ‘nosso’ prazer. Os casais não conversam, não namoram. Quando isso acontece, o prazer é um prazer egoísta, o que gera relacionamento anômalo”, alertou.

Outro ponto pouco discutido e que poderia ser mais explorado é o “mapa erógeno”. Muitos casais ainda precisam conhecer e saber desfrutar das zonas erógenas do seu corpo e do cônjuge para que a sexualidade no casamento seja mais prazerosa. Para dar e receber prazer, o casal deve explorar este “mapa” existente no corpo do seu esposo ou de sua esposa. Mas o que é zona erógena? São partes do corpo especialmente sensíveis às carícias, porque têm muitas terminações nervosas. Quando a pessoa está receptiva, a estimulação dessas áreas provoca sensações fortes, que desencadeiam reações sexuais. A pele, em si, é praticamente uma zona erógena em potencial, mas certas partes do corpo têm reações mais fortes, como lábios, pescoço, lóbulo da orelha, nuca, peitos, pés, dentre outras.

ZONAS ERÓGENAS:
MULHERES:

Frente: orelhas, boca, palmas das mãos, mamilos, barriga, parte interna da coxa, dedos dos pés.
Ponto especial: clitóris
Costas: nuca, bumbum

HOMENS:

Frente: olhos, cantos da boca, pescoço, dedos dos pés, mamilos, barriga, virilha, pés, glande (cabeça do pênis)
Costas: bumbum

FOCO SENSÍVEL

Os pontos erógenos mais sensíveis são diferentes para cada pessoa e provocam reações diversas à estimulação. A melhor forma para descobrir o próprio “mapa erógeno” e o do cônjuge é a exploração mútua. O modo como as carícias são feitas também provoca reações diferentes. É justamente a exploração sexual que o pastor Gilson Bifano orienta aos casais para melhorar a vida sexual. Partindo da teoria para a prática, ele recomenda um exercício chamado “foco sensível”: os cônjuges acariciam suavemente todo o corpo um do outro, sem intenção de penetração. Segundo Bifano, que é fundador do Ministério de Família Oikos, o objetivo é fazer o outro conhecer a sensibilidade de seu próprio corpo. “Pode usar uma pena ou pluma ou a mão de maneira suave”, ensinou.

O pastor alerta para o fato de que os casais, especialmente cristãos, devem aprender que o ato sexual não se reduz apenas ao binômio pênis–vagina. “Quando um casal restringe o ato sexual a isso, a relação, com certeza, se empobrece. Devemos mostrar a maridos e esposas crentes que a sensualidade, quando usada para atrair o cônjuge, não é pecado e é até recomendável”, ressaltou ele.

A psicoterapeuta e especialista em sexualidade Carmen Lúcia Otero Janssen diz que durante o ato sexual as pessoas precisam parar de se preocupar com o desempenho e priorizar a exploração das sensações dos cinco sentidos (tato, olfato, audição, visão e paladar). “A pessoa fica muito preocupada em mostrar habilidade e impressionar o parceiro. Ou seja: ‘Vou arrasar na cama.’ Em vez disso, deve sentir o toque e doar-se mais para o outro e entrar em contato com a afetividade”, destacou ela, que já escreveu o livro “Massagem sensual para casais enamorados”. A publicação ensina os casais a usarem a massagem como veículo para o desenvolvimento da sexualidade amorosa.

Carmem Lúcia Janssen frisa que hoje a sexualidade está muito banalizada e muito rápida. “As preliminares são importantes tanto para homens quanto para mulheres. O ato sexual, para o homem, é muito genitalizado, e ele não percebe que perde com isso. Ao demorar nas preliminares (zonas erógenas), os parceiros ganham mais qualidade na vida sexual”, explicou ela, que é pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática de São Paulo (Isexp).

O fato é que quando o casal apresenta problemas na cama, o relacionamento pessoal também sofre conseqüências. Um exemplo disso é a contabilista L.S. “Sentia muita dor na relação sexual e por conta disso passei a evitar o meu marido”, disse. Assim, o casal
começou a brigar. A solução foi procurar ajuda de um psicólogo cristão. “Durante a terapia, aprendi a importância de me doar, e a psicóloga ensinou que devemos demorar nas preliminares. Melhorou bastante, e reduzimos as nossas brigas”, garantiu. Gilson Bifano afirma ainda que a comunicação – antes, durante e depois da relação sexual – é importante. “Os cônjuges devem perguntar onde o outro gosta e não gosta de ser tocado, o que causa maior e menor prazer.”

FETICHE

E o fetiche? Como pode interferir na vida sexual do casal? Será um desvio, um comportamento anormal ou até pecaminoso? Fetichismo, na psicanálise, significa “desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças do vestuário, adorno” (“Dicionário Houaiss”).

O termo começou a ser usado com essa conotação a partir dos estudos de Freud, pois, originalmente, a palavra vem de “feitiço” e designava um objeto a que se prestava algum tipo de culto, ou possuidor de poderes mágicos. O psiquiatra Albert Zeitouni, baseado na
teoria freudiana, esclarece que “a criança, ao perceber que a mãe não possui um pênis, recusa-se a aceitar essa realidade porque acredita que o seu órgão masculino também poderá ser perdido, então cria um substituto para o pênis da mãe, que é o fetiche”. Segundo ele, o fetiche se estabelece como um estímulo sexual durante a infância, e quando o homem torna-se adulto não o abandona em troca da pessoa total, pois o fetichista acredita que precisa daquele objeto ou parte do corpo feminino para conseguir a ereção.

Os tipos de fetiches mais comuns são os relacionados às partes do corpo da mulher, como pés, unhas, mãos, além dos objetos femininos, como meias, sapatos de salto alto, “lingeries”. Na prática sadomasoquista – aquela que envolve a dominação de um dos parceiros – são utilizadas roupas e objetos de couro, além de chicotes. A psicóloga Márcia Bittar Nehemy, especialista em Sexualidade, realiza terapia de apoio e diz que a psicologia considera que todas as pessoas são fetichistas em algum grau, mas muitos não conseguem obter prazer sexual sem o seu fetiche.

O evangelista da Assembléia de Deus João Luiz Paim da Silva, estudioso do assunto, garante: “O fetiche moderno, que muitos julgam inofensivo, é uma porta aberta para o diabo”. Como exemplo, cita o fetiche por pés e pergunta: “Como será se o homem que gosta de pés encontrar e desejar outro pé, que não o da esposa, pela rua, e começar a segui-lo? Certamente, logo virá o adultério.” Pastor da Igreja Batista Nacional, Disney Macedo acredita que os fetiches que não desrespeitam a relação do casal podem fazer parte da vida íntima dos cristãos. Isso se houver um acordo entre eles, sem, no entanto, incluir o sadomasoquismo. Nessa perspectiva, o homem tem de ter domínio próprio e, por isso, pode utilizar um fetiche, mas nunca ser dominado por ele.

Quando atinge níveis patológicos, causando constrangimentos, o fetiche é visto como um problema. Outras vezes, pode “apimentar” a relação entre o casal, embora muitos cristãos considerem qualquer coisa ligada à sexualidade como pecado e não como algo prazeroso. A sociedade explora cada vez mais o fetichismo, mas o que acontecerá se as pessoas não amarem mais umas às outras em sua totalidade, pela sua beleza física, mental, intelectual e caráter, mas, sim, desejando apenas uma de suas partes ou um de seus objetos de uso pessoal? Esse questionamento é feito por Maria Andrade, 40 anos, que teve um marido fetichista. “Ele não me via como mulher. Eu era apenas um pé e, para agradá-lo, acabei ficando obsessiva em cuidar dessa parte do meu corpo.” Hoje, garante que minimizou bastante o problema, mas precisou passar por tratamento com um sexólogo.

Muitas pessoas usam, de fato, a criatividade para “apimentar” a relação a dois, com a inclusão de carícias, “lingeries” sensuais, mudança de posições, etc. Até mesmo os casais evangélicos são estimulados, em muitas denominações, a ousarem no sentido de dar prazer ao parceiro e demonstrar o carinho e o amor que um tem pelo outro. Assim, marido e mulher são legitimamente motivados a erotizar a relação, isto é, investir em novidades. Vale um jantar romântico, uma viagem a dois. Até aqui não há muita polêmica, mas existem algumas práticas que geram discussão dentro da Igreja, como, por exemplo, o sexo anal: casais evangélicos podem usufruir dessa alternativa? Como é vista a prática do sexo anal por alguns pastores, psicólogos e casais evangélicos?

EXEMPLOS DE FETICHES

No cinema: “A Insustentável Leveza do Ser”, Philip Kaufman, em que o personagem pede a suas parceiras que usem um chapéu durante o ato sexual.
Na literatura: “O livro de cabecira” (1996), de Peter Greenaway, mostra uma modelo que mantém o hábito de pedir a calígrafos que escrevam livros em seu corpo.
Na música: Madonna explora o sadomasoquismo, com seus chicotinhos, botas e lençóis de seda.

CARDÁPIO DA ARTE SEXUAL

Não há consenso na resposta, já que especialistas na área de saúde e pastores têm opiniões divergentes sobre o assunto. Muitos condenam a prática e são categóricos em afirmar que sexo anal é pecado, principalmente porque a sociedade está saturada de sexo pervertido, onde o ser humano busca a satisfação própria e não a do outro. Há psicólogos e médicos que dizem que o sexo anal é uma alternativa sexual que – se tomados os devidos cuidados de higiene durante o ato sexual – não traz problemas de saúde. Esse grupo também ressalta que a decisão de incluir ou não o sexo anal no “cardápio da arte sexual” do casal deve ser uma decisão de ambos.

O médico ginecologista e membro da Igreja Batista Sérgio Macedo explicou que o desejo de praticar o sexo anal tem uma explicação psicológica: essa manifestação sexual está presente nas relações heterossexuais porque os homens, buscando uma variação sexual com suas parceiras, fantasiam a penetração anal como uma grande realização de conquista, sem falar de um certo sentimento de domínio e poder. As mulheres, em sua maioria, têm na fantasia sexual o desejo anal mais como uma tentativa de satisfazer os impulsos
sexuais do parceiro, agregando a essa experiência a possibilidade de demonstrar a entrega total, isto é, o quanto estão envolvidas na relação.

Evangélica há oito anos, a comerciante M.P. diz que sexo anal faz parte da sua rotina sexual há muito tempo. Ela o considera legítimo porque tal prática é feita com seu marido. “Não me sinto culpada. Nós dois gostamos e nos sentimos à vontade para, de vez em quando, inovar a nossa relação sexual”, revelou.

A inclusão da prática na vida do casal, segundo o médico e pastor da Igreja Maranata do Rio de Janeiro, Paulo César Brito, mostra que a sociedade está se corrompendo a cada dia. Para ele, os evangélicos têm na Bíblia um padrão de ética que tem de ser respeitado. “Não dá para deixar entrar na Igreja esses conceitos sociais e culturais que vão contra a Palavra”, esclareceu.

De acordo com Brito, a adoção de sexo anal entre casais evangélicos é pecado porque vai contra a natureza determinada por Deus: sexo entre um homem e uma mulher, cujo órgão principal é a vagina. “Esse orifício [o ânus] foi feito para eliminar fezes. A Bíblia diz que os sodomitas não entrarão no Reino dos Céus. O que é sodomita? Quem faz sexo anal”, definiu ele, baseando-se no texto de Romanos, capítulo 1. Ele acha que os casais evangélicos que fazem tal prática revelam desconhecimento bíblico. “Ou não querem ver a verdade porque não lhes interessa. Procuram variantes que justificam as suas práticas.”

Para o médico e pastor da Igreja Maranata do Rio de Janeiro, Paulo César Brito, não dá para deixar entrar na Igreja esses conceitos sociais e culturais que vão contra a Palavra O pastor Marcelo de Andrade e Silva endossa as palavras do seu colega, mas é mais comedido em relação ao texto bíblico que proíba literalmente o sexo anal. “Não temos um texto claro na Bíblia que seja contra a prática de sexo anal entre um homem e uma mulher. Porém o sexo anal constitui uma violência ao organismo porque Deus criou cada órgão no corpo humano com uma função. No caso do ânus, ele foi feito exclusivamente para defecar”, pontuou Andrade e Silva. Para o pastor, há outras formas de se obter prazer sexual. “O sexo é um manjar deixado por Deus para que possamos usufruí-lo.”

Para o casal E. e R., não há problema em seguir a orientação pastoral porque desde o curso de noivos, dado na Escola Dominical, os dois aprenderam que o sexo anal é contra a vontade de Deus. “Nunca sentimos qualquer curiosidade ou desejo de experimentar. Porém, para não cair no tédio, praticamos sem ‘neuras’ o sexo oral”, disse ela, que está casada há sete anos. Os dois pastores alertam ainda para o fato de o ânus não ter sido feito para o sexo – a prática pode provocar fissuras, infecção urinária, além de dor –, pois o órgão não tem lubrificação natural como a vagina.

O material contido na ampola retal, que é a última parte do intestino e que desemboca no ânus, é cheio de bactérias, cuja presença é normal no local, mas nas vias urinárias pode levar ao aparecimento de lesões e infecções, às vezes, graves. Além disso, é uma relação mais traumática, provocando freqüentemente escoriações por onde podem entrar microorganismos, atingindo a corrente sangüínea e causando diversas doenças.

O ginecologista Sérgio Macedo afirma que, fisiologicamente, não existe qualquer contra-indicação para a prática do sexo anal. “No entanto, lembro que não é um órgão com a mesma elasticidade da vagina. O sexo anal praticado com os cuidados necessários não causa nenhum dano, nem de alargamento do ânus, nem de perda do controle do esfíncter (músculo da região anal)”, garantiu ele. Para resolver a falta de lubrificação, o médico aconselha o uso de géis à base de água encontrados em qualquer drogaria. Ele diz que a prática do sexo anal requer alguns cuidados, como o consentimento espontâneo de ambos, a necessidade do intestino estar limpo, e o homem deve ter o cuidado de urinar após a relação. E lembra ainda que o sexo anal não pode ser feito antes do vaginal por causa do
risco de transmissão de doenças.

Ele assegura que a relação anal não pode substituir a vaginal, principalmente porque a falta de prazer naquele tipo de relação é muito usual. “A maioria das mulheres não tem orgasmo no sexo anal. O órgão erógeno da mulher é o clitóris”, ressaltou. Em relação à religião, para Sérgio Macedo, o casal deve ter bastante discernimento espiritual. “Se não há culpa, e o casal, de vez em quando, achar que o sexo anal pode ser algo diferente na rotina do dia-a-dia, não vejo problemas”, ressaltou.

Marcelo de Andrade e Silva acredita que as mulheres muitas vezes acabam cedendo aos maridos por medo de que estes busquem experiências extraconjugais.

“A mulher deve ser veemente nos seus princípios. A fidelidade é mais um traço de caráter do que de falta de atendimento de um desejo. O casal pode usufruir um com o outro, sem cair no desvio moral que é a busca pelo prazer a qualquer preço”, alertou. Segundo ele, se em algum momento a relação visa à obtenção narcisista e individualista exclusiva do próprio prazer, foge aos princípios determinados por Deus.

CHEIRO

No jogo da sedução, os sentidos desempenham papel importante. Mas é o olfato o que mais instiga a curiosidade e aguça a imaginação da espécie humana. Tanto que há uma discussão sobre o poder do feromônio (substância química exalada pela fêmea para atrair o macho) e o enigma de sua existência e função na espécie humana.
Entretanto, a dúvida permanente, Os cientistas, porém, não discutem a existência do feromônio em mariposas, elefantes asiáticos e camundongos, que exercem um papel tão fundamental quanto surpreendente no acasalamento, Feromônio vem das palavras gregas “phero” - que significa “transportar” - e hormônio, combinadas.
Para a psicoterapeuta Carmem Lúcia Janssen, o sucesso das relações amorosas está muito mais ligado ao resgate da auto-estima, à predisposição em se abrir ao outro e à percepção que a pessoa tem de si mesma do que aos feromônios ou de qualquer outra espécie de afrodisíaco. “A auto-estima é a base de tudo. Para eu ser atraente, preciso me sentir atraente”, atestou. “Não há nada de errado em usarmos os odores como ferramentas de sedução. Mas se quisermos aumentar nosso poder de sedução, precisamos trabalhar duro no resgate de nossa auto-estima.”

SEXSHOPS

E quanto às lojas especializadas em produtos eróticos que atraem pessoas em busca de mais prazer, as intrigantes “sexshops”?

A visita a esses estabelecimentos costuma ser vista como natural pela maior parte das pessoas, mas, para os evangélicos, a atitude pode ser um ponto de conflito. Sais de banho e óleos afrodisíacos, vibradores, cintas de couro masculinas e femininas, massageadores, elementos de sadomasoquismo e fantasias, alongadores penianos, próteses, roupas íntimas comestíveis para homem e mulheres, géis, pomadas, “lingeries” e toda sorte de produtos estimulantes para uma relação sexual são encontrados em “sexshops”, que já têm suas versões na internet e até por catálogo de porta em porta, estilo Avon. Com preços que estão longe de serem prazerosos, elas aguçam a curiosidade de muitos. É o caso de Paula Moura (nome fictício). Ela e o marido são evangélicos e não vêem qualquer tipo de problema em frequentar uma dessas lojas. “Não gosto de produtos de sadomasoquismo ou fantasias, mas há coisas interessantes”, admitiu. Na opinião do psicólogo e pastor batista Silas de Freitas, a curiosidade pode ser o início de um hábito. “A curiosidade pode levar o indivíduo a ceder à vontade de experimentar artifícios que não podem melhorar o relacionamento”, disse. Para ele, é o ajustamento na relação conjugal que torna o sexo mais prazeroso. “Eu tenho mais de 30 anos de casado, e meu envolvimento é tão bom quanto antes. Talvez melhor”, acrescentou. Ele crê que, quando tudo está ajustado, o casal cria mecanismos excitantes.

Para a bispa metodista Marisa Coutinho, a criatividade faz parte do relacionamento. “Não vejo problemas no uso de óleos de massagem, por exemplo. Mas entendo que a questão não é se o casal evangélico deve ir à “sexshop” ou não. Mas por que razão quer ir”, argumentou. Ela entende que se a motivação for suprir uma carência que o casal esteja enfrentando, talvez as novidades possam até atrapalhar.

Silas de Freitas ainda diz que o ato sexual por si mesmo não satisfaz mais, precisa de novidades, de elementos inusitados para valer-se. Tudo isso também tem muito a ver com o tipo de vida imediatista que as pessoas têm levado. Em vez de investir no relacionamento dia após dia e aprender sobre o outro, sobre o que lhe dá prazer, o indivíduo prefere alternativas que lhe permitam pular essas etapas.

LUGAR CERTO, NA HORA CERTA

Nessa perspectiva de recriar momentos de prazer a dois, o lugar certo para fazer amor também é questionado. É pecado o casal casado e evangélico ir ao motel? O assunto gera discussões diversas. Para alguns, o ambiente é considerado casa de prostituição e carregado de maus espíritos.
Outros, no entanto, não vêem problema algum. Aproveitam as datas especiais, como aniversário de casamento, para sair da rotina e “aquecer” a relação. A palavra “motel” surgiu nos Estados Unidos, no início da década de 1930, como hotéis de beira de estrada para descanso de viajantes e caminhoneiros e das palavras “Motor Hotels” surgiu “motel”. Eram pequenos espaços que englobavam algumas vantagens como lugar para o carro, água, lenha, casas de banho, chuveiros, lavanderia e preços baixos. Qualquer pequena comunidade oferecia um serviço desses.

Com relação ao motel, o pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia, lembra a questão do escândalo, pois tudo é lícito, mas nem tudo convém. No Brasil, a idéia apareceu no final da década de 60 com uma conotação romântica explícita nas fachadas, além dos espaços e decoração dos interiores. O pastor Edson Alves não chega ao radicalismo de tachar o motel como ambiente maligno ou local de pecado, mas aconselha que, numa data especial, os casais evangélicos procurem um hotel. Ele acha que o motel não é um local apropriado devido à rotatividade. Mas por ser mais barato, a freqüência é bem maior. “Eu questiono a higiene desses locais”, observou ele. E é a alta rotatividade que faz com que muitos evangélicos considerem o motel um lugar “sujo”. Para esse problema, Doraci e Martinho Santos, da Assembléia de Deus, casados há 28 anos, têm uma solução. Apesar de ainda não terem experimentado momentos a dois num motel, eles não vêem problema algum. A única preocupação seria com a questão da higiene, e Doraci revela que levaria de casa suas roupas de cama e banho, sem problema. O casal sempre procura comemorar as datas especiais em lugares onde possam ficar a sós.

Em determinados momentos, a privacidade é fundamental, e, além da economia, o motel proporciona essa possibilidade de ficarem sozinhos por algumas horas. Líder do Ministério Lar Cristão, o pastor Jaime Kemp aponta alguns motivos para aconselhar um cristão a não ir ao motel. Primeiramente, para nunca colocar dúvidas sobre a integridade do casal. Ele acha também que não se deve sustentar moral e financeiramente uma instituição que está contra a família. “O motel, infelizmente, é um princípio de infidelidade.” Outro
motivo é a tentação. De acordo com o pastor, se o casal cristão está no motel e se vê tentado a assistir filmes onde outros casais mantêm relações sexuais, isso pode ser prejudicial para o casamento.

A polêmica divide mesmo opiniões. Alguns pastores afirmam não ter base bíblica para condenar um casal que queira ter seus momentos de prazer num motel. Pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia chama a atenção, porém, para a questão do escândalo.

Ele lembra que tudo é lícito, mas nem tudo convém. “Ter relações sexuais com minha mulher não é pecado em lugar nenhum”, justificou. Silas Malafaia pensa que o casal deve tomar alguns cuidados, mas que, em momento algum, pode considerar que o ato de ir ao motel é pecado. O casal Waldivia e Francisco Cavalcante, da Igreja Batista Manancial, concorda com o pastor, mas lembra que não se deve escandalizar os outros. “Eu não ficaria escandalizada se visse um casal de irmãos em Cristo entrando ou saindo de um motel,
porém não acho conveniente”, considerou ela. E o autor do livro “Macho e fêmea os criou”, Carlos “Catito” Grzylowski, argumenta que, para a grande maioria dos casais, o motel tornou-se sinônimo de um local privativo em que se pode ir no anonimato e com uma pessoa que talvez nunca mais torne a encontrar. Isto é, consumir algo e descartar em seguida é a essência do modelo capitalista neoliberal trazida para o evento mais íntimo das relações humanas.

Para o pastor Jaime Kemp, se o casal cristão está no motel e se vê tentado a assistir filmes onde outros casais mantêm relações sexuais, isso pode ser prejudicial para o casamento Existem, porém, aqueles que procuram o motel por outros motivos. Os que desejam desfrutar de certas “comodidades” que não possuem em casa a um custo relativamente baixo, como banheiras de hidromassagem, saunas individuais, às vezes, até uma piscina ou um teto solar para observar as estrelas da cama. Para Grzylowski, esses casais crêem que tais detalhes podem incrementar a vida sexual e o romantismo.

Ele ressalta que muitos líderes de igrejas estão “coando o mosquito e engolindo o camelo”, isto é, estabelecendo regras e normas sobre locais e formas da relação sexual e esquecendo o mais profundo: a motivação que leva os casais ao ato sexual. “Para mim, um casal que tenha uma relação sexual em casa, no quarto, a portas fechadas e na posição mais convencional possível, porém sem ternura, buscando só o orgasmo e até, às vezes, forçando o cônjuge a uma relação num momento indesejável, esse já quebrou o princípio básico de amar ao próximo, mandamento máximo do Evangelho (Mateus 22:39), colocado por Jesus em pé de igualdade ao amor a Deus”, destacou.

Quanto à questão da maldição do local, o psicólogo é enfático: “Quem traz bênção ou maldição para os lugares são as pessoas que os freqüentam com suas intenções. Se eu creio que o Espírito Santo habita em mim, então em todo local que eu for ele estará presente e só esse fato já tornará o local abençoado pela presença do Espírito Santo em e através de mim”, assegurou. A sexóloga Sandra Lucena revela que muitos casais nunca fizeram sexo em outro local que não seja a própria cama ou tentaram posições e toques diferentes, temendo pecar. “São casais marcados pelo silêncio, pela falta de diálogo e cuidado com o outro”, garantiu. Segundo ela, com essas situações, existem leitos maculados em lares cristãos que parecem não conhecer a graça, o perdão, o cuidado e o amor de Deus.

Ela diz que a medida do sexo saudável, e isso inclui as fantasias sexuais, está na visão que se tem de Deus, da intimidade com ele, no compromisso e conhecimento da sua vontade. “Somente os que buscam um caráter cristão encontram respostas e paz nas questões sexuais”, definiu a sexóloga.

A vida conjugal continua sendo motivo de muitas discussões, debates e dúvidas. E deverá continuar assim, já que a relação sexual de um casal é algo que se aperfeiçoa dia-a-dia. O êxito está intimamente ligado à capacidade de se expor e de dialogar, em amor. Trocas e carinhos ajudam no conhecimento um do outro, permitindo o encontro de soluções e caminhos para uma sexualidade sadia.

NÚMEROS DO PRAZER

. 35% das mulheres sentem desejo, têm capacidade de se excitar, mas não atingem o orgasmo.

. 25% das mulheres não sentem desejo.

. 35,5% das mulheres têm outros problemas sexuais: aversão sexual, dores na penetração, vaginismo, impulso sexual excessivo, homossexualidade não-resolvida.

. 50% das mulheres que chegam ao orgasmo se excitam com a penetração. A outra metade se excita apenas se houver estimulação do clitóris.

Fonte: Instituto Paulista de Sexualidade

FONTE: REVISTA ENFOQUE.

Li no site Esposa Virtuosa

Fonte http://www.macelocarvalho.com.br/2012/11/sexo-luz-da-palavra-de-deus.html

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