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O governador Greg Abbott assinou em cerimônia pública a lei
2065, que marca uma vitória de um movimento que uniu diversos movimentos
evangélicos do Texas. A “Lei de proteção ao Pastor” assegura aos ministros o
direito de não celebrarem cerimônias de casamento homossexual nas igrejas pelas
quais são responsáveis.
O imbróglio jurídico começou no ano passado, após o
reconhecimento da legalidade do casamento gay em diversos estados
norte-americanos. Seguindo a linha liberal da administração Obama, o governo
federal fez pressão em vários níveis em favor da comunidade LGBT. Houve casos
de empresas serem proibidas de se recusar a prestar serviço a casais
homossexuais.
No conservador Estado do Texas, a prefeita da cidade de
Houston, Annise Parker, foi a primeira prefeita abertamente gay eleita em uma
grande cidade dos EUA. A prefeitura de Houston logo emitiu um decreto-lei
permitindo que indivíduos transgêneros podiam fazer queixa-crime se sentirem-se
discriminados de alguma maneira.
Alguns pastores mostraram-se contrariados depois que
surgiram denúncias que eles estavam promovendo “discurso de ódio” nas igrejas.
A prefeitura pediu então que eles submetessem cópias de seus sermões para que
autoridades investigassem se havia homofobia. O recado era claro: os pastores
ou padres que se manifestarem do púlpito contra o público LGBT terão de
responder juridicamente por discriminação.
A pressão dos evangélicos do Estado inteiro forçou a
prefeitura a voltar atrás. Iniciou-se então um embate legal no tocante aos
limites da liberdade de expressão nos púlpitos. Os cerca de 400 pastores de
Houston conseguiram a suspensão do decreto municipal que limitaria sua
liberdade.
A partir de então um projeto de lei que recebeu o apoio de
deputados dos dois partidos predominantes do sistema eleitoral começou a
tramitar. Lobbies de organizações pró-LGBT como a ACLU, Iquality Texas e a
Texas Freedom Network não tiveram sucesso.
O embate ganhou força quando diversas igrejas e organizações
religiosas e pró-família como o Conselho de Pastores do Texas, a Conferência
Católica do Texas, Convenção Batista do Texas, Eagle Forum, Liberty Institute,
Focus on the Family, Coalizão de Pastores Afro-americanos – entre outros –
uniram forças.
Com a aprovação da nova lei, nenhuma igreja ou organização
religiosa do Texas poderá ser forçada a realizar um casamento e tampouco
forçados a prestar serviços, acomodações, instalações ou ceder bens para
qualquer atividade que viole suas crenças religiosas.
Uma vez que foi aprovado com dois terços dos votos, o
projeto passou a ser lei imediatamente. Jonathan Saenz, presidente da Texas
Values Action, ONG jurídica que defende a liberdade religiosa, comemorou: “Hoje
comemoramos com pastores e membros do clero que são guiados por suas crenças
religiosas sinceras e asseguramos que o Texas desfruta de liberdade religiosa
sem interferência do governo”. Com informações de Texas Value
A perseguição às igrejas evangélicas pode estar mais perto do que o cristão imagina:
Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de ‘jornalismo’.
Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo ‘discriminação’, poderão ser multadas e os pastores processados.
Querem que o dia do ‘Orgulho Gay’ seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de ‘jornalismo’.
Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo ‘discriminação’, poderão ser multadas e os pastores processados.
Querem que o dia do ‘Orgulho Gay’ seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
- Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do ‘imposto de renda’ das pessoas jurídicas.
- Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das ‘pessoas físicas’
- Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
- Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos
no rádio e televisão a apenas uma hora.
§
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
§
Contém artigos que estabelecem que só poderá
fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO,
Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas
através desses meios.
§
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de
programas em que o teor seja considerado preconceito religioso
§
Se aprovado, será considerado crime pregar
sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens
sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internete
§
A verdade sobre esse atos contrários a Palavra
de Deus, não poderá mais ser mostrada.
§
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime
atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão
considerados ‘criminosos’ por pregarem sobre dízimos e ofertas.
§
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que
comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser
passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de
pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo,
feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender
por meio de ação judicial.
§
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a
função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a
candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer
trabalhos na igreja.
Fique Sabendo.
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus
serão perseguidos e odiados. Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE
APROVADAS, impedirão a nossa ação à favor do Evangelho no Brasil:
· Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua
(Reforma Constitucional)
· Cultos somente com portas fechadas (Reforma
Constitucional)
· As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre
dízimos, ofertas e contribuições.
· Programas evangélicos na televisão apenas uma hora
por dia.
· Pastor só poderá fazer programa de televisão, se
tiver faculdade de 'jornalismo'.
· Será considerado crime pregar sobre espiritismo,
feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais
e internet, sobre essas práticas contrárias à Palavra de Deus.
· Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas,
dependendo do número de reclamações, serão presos.
· Pastores que forem presos por pregar sobre práticas
condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não
terão direito a se defender por meio de ação judicial.
· Igrejas que não realizarem casamento de homem com
homem e mulher com mulher, estarão fazendo 'discriminação', poderão ser
multadas e os pastores processados.
· Querem que o dia do 'Orgulho Gay' seja oficializado
em todas as cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da
Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido
culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas
fechadas.
Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do 'imposto
de renda' das pessoas jurídicas.
Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº
9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as
igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de
telecomunicações (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio
e televisão a apenas uma hora.
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de
Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer
programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa
que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através
desses meios.
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas
em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre
idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre
essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A
verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser
mostrada.
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos
religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações,
pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários
feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de
ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam
proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como
espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a
se defender por meio de ação judicial.
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função
religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a
candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer
trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem
princípios bíblicos, entre eles:
· Casamento de homens com homens e mulheres com
mulheres.
· Estabelecer um dia oficial do 'Orgulho Gay' em todas
as cidades brasileiras, entre outros.
Leia nesta Fonte
Leia nesta Fonte
Uma igreja protestante foi alvo de um atentado na noite da última quarta-feira, 17 de junho, quando um homem de 21 anos de idade matou a tiros nove pessoas durante uma reunião de estudo da Bíblia Sagrada, que era realizada no porão do templo.
A Emanuel African Methodist Episcopal Church fica localizada no centro histórico de Charleston, foi fundada no século XIX e é reconhecida como uma congregação de relevância na história do estado da Carolina do Sul e dos Estados Unidos na luta contra a segregação racial. O templo onde o crime foi cometido foi erguido em 1891.
O ataque ocorreu por volta das 21h00, segundo informações do porta-voz da Polícia da cidade, Charles Francis. “Oito vítimas foram encontradas mortas dentro da igreja’, disse o chefe de polícia, Gregory Mullen, em entrevista coletiva concedida logo após o atentado. “Uma nona pessoa morreu depois de ser levada para um hospital”, acrescentou.
Uma décima vítima, ainda internada, vem recebendo tratamentos médicos: “É incompreensível que alguém na sociedade de hoje faça isso em uma igreja quando as pessoas estão tendo uma reunião de oração”, lamentou Mullen.
Entre as vítimas fatais está o pastor da igreja, Clementa Pinckney, que era senador estadual (cargo equivalente ao de deputado estadual no Brasil) pelo partido Democrata.
“Oramos pelas as famílias, que terão um longo caminho pela frente“, disse o reverendo James Johnson, um ativista local de direitos civis, durante uma vigília de oração improvisada.
Suspeito preso
A Polícia divulgou imagens das câmeras de segurança do templo e conseguiu prender Dylann Storm Roof em Shelby,
cidade situada no estado vizinho, Carolina do Norte, graças a uma denúncia feita pelo tio do atirador, que havia visto informações sobre o caso na internet e reconheceu o carro das fotos que teria sido usado por Roof no atentado.
O crime vem sendo considerado de ódio, devido a publicações racistas feitas por Roof em suas redes sociais, de acordo com informações do Jornal Nacional.
- Em um evento na Bahia, a cantora Ana Paula Valadão, do Ministério Diante do Trono, falou sobre a queda da Igreja Católica no Brasil
Em um evento na Bahia, a cantora evangélica Ana Paula Valadão, do Ministério Diante do Trono, falou sobre a queda da Igreja Católica no Brasil. ela: aonde a idolatria chegou, aonde os cultos aos deuses chegaram, aonde entrou toda influência da mariolatria em nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro, aonde entram os primeiros escravos da África, trazendo seus deuses, trazendo o culto aos deuses falsos africanos
o Senhor fará soar novos tambores nessa Nação.
Enquanto os tambores tocavam ela dizia: Diz a Palavra (de Deus) que ao som dos tambores Deus destruirá o rei da Síria. É a ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra.
Em um dado momento ela disse:
Eu profetizo, no nome do Senhor Jesus, a queda de escamas da idolatria nos olhos de homens, mulheres jovens velhos. A Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil será invadida por uma onda de conversão, libertação e avivamento e quebrará toda a corrente de gerações. Haverá entre os padres, entre os seminaristas o espírito de ousadia para tomarem posição diante do Senhor Jesus e publicamente confessarão que só Ele é digno de toda a oração e adoração, culto, honra e glória.
Por alguns minutos o estádio inteiro começa a gritar Jesus, Jesus, Jesus.
Tal declaração despertou a indignação de católicos em várias partes do Brasil, os quais estão se manifestando por meio da internet.
No microblog twitter, alguém escreveu:
Deus me mostra Ana Paula Valadão de joelho em frente ao Santo Sacrário de uma Igreja Católica de BH (Belo Horizonte) e depois pregando na Canção Nova (emissora de TV da Igreja Católica).
Uma outra pessoa assim comentou em um blog católico:
Salve Maria Imaculada!
Sirva de exemplo aos carismático para que jamais ousem a trazer em seus lábios qualquer canção protestante, a começar pelo barulho que se chamam de músicas dessa seita da Lagoinha, cujo líder é o lobo Saul Valadão, onde sua filha Ana Paula Valadão lidera um chamado ministério que profetiza blasfemias. Essa mulher arrasta multidões com suas músicas protestantóides e se aproxima de uma tal loucura, que é necessário estômago para conseguir ouvir uma porcaria dessa. Que a Santíssima Virgem esmague a cabeça de satanás, e justiça divina coloque nossos inimigos de joelhos para que se humilhem diante da grandeza de Deus e do esplendor da verdade católica.
Oremos por Ana Paula Valadão e toda sua família, para que a mão poderosa no Nosso Deus continue estendida sobre eles.
Fonte: Portal Padom
O pastor Saeed Abedini, que continua preso e sofrendo com seu estado de saúde fragilizado e as más condições do presídio no Irã, se mantém firme no propósito de que seu testemunho inspire outros seguidores de Cristo, e continua recusando a proposta das autoridades de negar sua fé.
A informação foi repassada por sua esposa, Naghmeh Abedini, que novamente se manifestou pedindo a liberdade de seu marido. Segundo informações do site Christian Today, ela foi convidada a participar de uma audiência do Congresso dos Estados Unidos.
Na ocasião, Naghmeh disse que a prisão de seu marido no Irã causou feridas em sua família: “Minha mensagem é mostrar um vislumbre da dor que passamos como uma família dilacerada. Minhas crianças perderam tanto seu pai para uma prisão no Irã, e também a sua mãe, pois eu viajo para advogar em nome do meu marido. É difícil voltar para casa sem respostas sólidas, espero que este seja o momento em que poderemos trazer Saeed para casa”, afirmou.
A esposa do pastor disse que Saeed Abedini recusa-se a negar a Cristo, mas sofre diariamente por sua fé: “Ele foi torturado, especialmente os primeiros meses ele foi espancado, quando hemorragia interna começou. Ele se recusa a negar sua fé cristã… eles estão colocando-o dentro e fora da solitária para quebrá-lo [psicologicamente]. Eu não estou preocupada apenas sobre sua dor física, mas o seu psicológico. Eles querem, quando eles liberarem Saeed, libertar uma pessoa muito doente. O tempo é a essência”, comentou a esposa do pastor.
Esforços
Em janeiro deste ano, o presidente Barack Obama recebeu a família do pastor Saeed Abedini em Idaho e prometeu fazer todos os esforços possíveis para libertá-lo da prisão.
As relações entre os governos dos dois países são extremamente complexas e limitadas, devido aos interesses conflitantes de ambos na política internacional e na questão das energia nuclear.
“Estou extremamente grata ao presidente, que separou um tempo para se encontrar com a nossa família e nos garantiu que a libertação de meu marido é uma prioridade”, afirmou Naghmeh após o encontro.
O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu um processo para investigar o repasse de R$ 1,6 milhão da Prefeitura da capital fluminense para a Marcha para Jesus de 2013.
A promotora Glaucia Santana, da 5ª Promotoria de Tutela Coletiva, denunciou o prefeito Eduardo Paes por improbidade administrativa e citou a laicidade do Estado para dizer que tal repassa é inconstitucional.
“O estado é laico, e a Prefeitura não pode dar dinheiro para evento religioso. Se condenado, o prefeito também pode perder poder político”, disse a promotora aojornal O Dia.
A Marcha para Jesus é organizada pelo Conselho de Ministros do Estado do Rio de Janeiro que tem o pastor Silas Malafaia como presidente. Diante da denúncia, o pastor evangélico contestou e disse que se trata de um preconceito religioso.
“A Marcha está no calendário oficial da cidade e não é evento da igreja evangélica”, disse ele ao mesmo jornal. “Quero saber se o Ministério Público também abre procedimento para Jornada Mundial da Juventude e para festas interreligiosas. Isso é perseguição contra os evangélicos”, afirmou.
Em resposta, a promotora lembrou que os R$ 7,7 milhões que seriam repassados para a Jornada Mundial da Juventude foram cancelados através de uma ação do Ministério Público. Mas eventos como a Mitra Arquiepiscopal do Rio, uma entidade católica, recebeu R$ 652 mil da Riotur para a realização de três eventos em 2010 segundo O Dia.
O jornal diz também que nos últimos três anos a Prefeitura do Rio repassou R$ 5 milhões ao Conselho de Ministros do Rio para a realização da Marcha para Jesus, porém é preciso lembrar que em 2012 o pastor Silas Malafaia devolveu R$ 410 mil dos R$ 2,48 milhões que foram repassados, pois a Associação Vitória em Cristo (AVEC) colaborou financeiramente com o evento.
É difícil encontrar publicações que exibem quanto a Prefeitura do Rio tem disponibilizado para outros eventos como a Parada do Orgulho LGBT. Em 2009 o prefeito Eduardo Paes contribuiu com R$ 100 mil para o evento e anunciou durante a parada em Copacabana que no ano seguinte, no caso 2010, repassaria R$ 800 mil para que a Parada Gay do Rio se tornasse maior que a de São Paulo.
Por falar em São Paulo, a prefeitura liberou cerca de R$ 1,6 milhões em 2013 para o evento de defesa dos direitos de gays, lésbicas, transgêneros e transsexuais. Naquele ano, o evento – que esperava mais de 2 milhões de pessoas – teve 220 mil participantes segundo dados do Datafolha que realizou uma pesquisa sobre a quantidade de participantes de grandes eventos.
Um pastor que realizava um “culto ao ar livre” com fiéis de sua denominação foi agredido e insultado por um padre, que acompanhado por seus paroquianos, interrompeu a ação evangelística.
O caso foi registrado em San Salvador, capital de El Salvador. O pastor Isaías Ayala, líder do ministério Vida e Graça, teve o microfone tomado pelo padre e jogado no chão. No momento em que a agressão aconteceu, o pastor falava sobre o poder do Evangelho.
Ayala conta que ele e os fiéis evangélicos estavam realizando o culto “com o propósito de ganhar almas e trazer as pessoas aos pés de Cristo”.
Uma pessoa que filmava flagrou a agressão e colheu um depoimento do pastor: “Às 6 da tarde fomos surpreendidos pelo padre católico e seus fiéis da cidade, os quais agrediram fisicamente e verbalmente o nosso grupo de irmãos que estavam reunidos, levando em conta que o nosso equipamento de som e câmeras que estavam sendo utilizadas foram severamente danificados“, diz o pastor no vídeo.
Segundo Ayala, a agressão é um exemplo de perseguição religiosa motivada pela intolerância, além de cumprimento de profecias: “Não há dúvidas de que tudo o que está escrito na Bíblia tem se cumprindo por que a mensagem que queremos transmitir a todos os irmãos evangélicos e igrejas é para nos prepararmos, porque isto é uma perseguição, que a Bíblia nos diz em 1 Pedro 4 : 16: ‘Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte’. Pedimos à igreja que se uma em jejum e oração para que isso não continue, quando nossas leis dizem que há liberdade e expressão de culto, e para que possa haver tranquilidade e satisfação”, afirma o pastor.
O padre que o agrediu não foi identificado, e os motivos da agressão também não foram divulgados pela imprensa internacional. Assista no vídeo abaixo o momento da agressão:
Um menino de 15 anos de idade foi incendiado em Lahore, Paquistão na última sexta-feira, 10 de abril, por dois homens muçulmanos porque ele disse que era cristão.
Nauman Masih disse que os extremistas o questionaram sobre sua religião, e ao afirmar que era seguidor de Jesus Cristo, foi detido pelos homens. Ao tentar fugir, foi novamente capturado. Os homens jogaram querosene sobre ele e atearam fogo.
Um membro da Associação Cristã Paquistanesa disse ao Christian Today que o jovem estava treinando para ser um alfaiate, e no momento do ataque estava indo para a loja de seu tutor.
Os extremistas estavam mascarados no momento do ataque, e insultaram a mãe e irmãs do garoto antes de atearem fogo nele. No desespero, Nauman se jogou na areia para tentar apagar as chamas.
“Eu estava correndo quando vi um monte de areia no caminho, me deitei na areia, e algumas pessoas da comunidade apagaram o fogo, colocando areia em mim. Fiquei desacordado e chamaram a emergência para virem com uma ambulância”, contou o garoto.
De acordo com os médicos do Hospital Mayo, em Lahore, 55% do corpo de Nauman foi queimado. Embora venha sofrendo com uma febre alta, espera-se que ele tenha uma boa recuperação.
O conselheiro sênior do Ministério Saúde, Khwaja Salman Rafique visitou Nauman e disse à equipe médica para dar ao menino o melhor atendimento possível, segundo relatos do jornal local Tribune Express.
Há suspeitas de que o ataque ao menino tenha sido encomendado, pois Nauman diz que “não tem qualquer inimizade com ninguém”. O avô dele especula que o responsável seja um tio do garoto, que teria a intenção de ficar com a casa que Nauman herdou quando o pai dele faleceu, meses atrás.
“Registramos a declaração do avô de Nauman. Ele acusou o tio de Nauman, Nadeem, e sua esposa, por ter ordenado o ataque. Ele disse que o casal quer matar Nauman para obter a sua casa. O pai de Nauman faleceu três meses atrás”, disse um oficial da Polícia local.
A iniciativa “Gladiadores do Altar”, da Igreja Universal do Reino de Deus, continua rendendo polêmica, e agora a denominação foi convocada pela Procuradoria da República em Minas Gerais para esclarecer as acusações de perseguição religiosa contra adeptos de cultos afro-brasileiros.
Um grupo com cerca de 30 candomblecistas e umbandistas solicitaram ao procurador regional do núcleo de Direitos do Cidadão, Edmundo Netto Dias, que investigue as ações do grupo de “Gladiadores”, formado por jovens e comparados a uma organização paramilitar por opositores.
O principal motivo das acusações de intolerância religiosa contra a Universal se dá por conta de vídeos dos “Gladiadores” em formação, marchando e gritando palavras de ordem com teor religioso.
“O vídeo é um agravante, que nos preocupa diante do histórico de perseguição e disseminação de ódio que essa igreja já tem conosco”, diz o candomblecista Ivanir dos Santos.
O procurador demonstrou concordar com os adeptos das religiões afro-brasileiras: “A princípio, o vídeo mostra a realização de um ato criminoso, de preconceito religioso”, disse Dias, de acordo com informações do site O Tempo.
A Igreja Universal se posicionou sobre o assunto através de uma nota, e afirmou que o projeto “Gladiadores” é um programa de ensino religioso de fim pacífico, voltado à formação de jovens vocacionados para o trabalho pastoral. “Não há disciplina militar, não existe atividade física envolvida e jamais houve incitação à violência ou ódio a qualquer religião”, explicou a denominação.O grande chamariz para esse tipo de abordagem aconteceu quando o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) comparou os “Gladiadores do Altar” a extremistas religiosos do Estado Islâmico.
Em sua conclusão, a Universal destacou que “a falsa polêmica é fruto de um lamentável mal-entendido da internet, alimentado pelo desconhecimento de muitos e pelo preconceito de alguns”. A igreja afirmou que “está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos”.
Autoridades da Itália investigam imigrantes muçulmanos do norte da África de terem cometido “múltiplo homicídio agravado por ódio religioso”. A suspeita é que os adeptos do islamismo tenham jogado ao mar imigrantes cristãos durante a viagem rumo à Europa.
A Europa tem vivido um fenômeno imigratório bastante chamativo nos últimos anos, recebendo pessoas que se arriscam em embarcações precárias, partindo da África, numa tentativa de conquistar a oportunidade de lutar por uma vida melhor.
Somente na última semana, mais de 10 mil imigrantes desembarcaram na Itália, segundo as contas da Guarda Costeira Italiana. Há na comunidade europeia a suspeita de que, entre os muçulmanos, estariam soldados do Estado Islâmico e outros grupos extremistas, que estariam viajando ao Velho Continente com a missão de espalhar o terrorismo da jihad.
A partir de depoimentos das testemunhas, a polícia de Palermo, na Itália, acredita que os muçulmanos jogaram doze cristãos da embarcação durante uma discussão, segundo informações da BBC. Os investigadores acreditam que a chance desses cristãos terem sobrevivido é ínfima.
Os imigrantes cristãos eram oriundos de Gana e Nigéria. Já os muçulmanos são da Costa do Marfim, Senegal, Mali e Guiné. Todos faziam parte de um grupo de 105 pessoas que partiram da Líbia na terça-feira, 14 de abril, em um barco inflável.
O papa Francisco, que encara a situação como um caso de calamidade pública – a maioria dos que se arriscam na viagem precária entre os continentes fogem de guerras civis e da miséria de muitos países africanos -, fez inúmeros apelos às autoridades do continente para que ajudem os imigrantes.
A perseguição religiosa de muçulmanos contra cristãos também foi tema de uma homilia do papa durante a Páscoa, quando destacou que os seguidores de Jesus são os que mais morrem em decorrência da intolerância.
Uma nova execução bárbara de cristãos, perpetrada pelo Estado Islâmico, foi anunciada pelo grupo terrorista no último domingo, 19 de abril. No vídeo, um porta-voz dos extremistas diz que a perseguição aos seguidores de Cristo continuará até que se convertam ao islamismo.
Segundo as agências internacionais, a autenticidade do vídeo ainda está sendo avaliada, mas o material segue os padrões de propaganda usados anteriormente. Nele, é possível presumir que 30 cristãos foram assassinados decapitados ou com um tiro na cabeça.
“Nossa batalha é a batalha entre a fé a blasfêmia, entre a verdade e a falsidade […] O derramamento de sangue muçulmano nas mãos da religião de vocês não é barato […] Os inimigos do Estado Islâmico não estão a salvo nem em seus sonhos, até que adotem o islã”, afirmou o terrorista, vestido de preto, mascarado e com uma arma na mão.
O vídeo mostra o símbolo da Al-Furqan, uma espécie de assessoria de imprensa do Estado Islâmico, e mostra os fiéis “seguidores da cruz da inimiga Igreja etíope” sendo executados. O primeiro grupo de cristãos assassinados é formado por 15 pessoas, que são decapitadas numa praia. No segundo grupo, outros 15 são executados numa área desértica.
Com 29 minutos de duração, o vídeo mostra alguns dos cristãos que foram mortos explicando que os integrantes do Estado Islâmico ofereceram a chance de ficarem vivos em troca de negarem a Jesus, mas eles recusaram. A segunda opção era pagar uma multa, e eles optaram por dar dinheiro aos extremistas muçulmanos.
Essa é a primeira vez que o Estado Islâmico filma e divulga o assassinato de cristãos etíopes. A Etiópia é um país africano de maioria cristã, em sua maioria, da Igreja Ortodoxa Copta, que está estabelecida na África Oriental desde o século I. Muitos etíopes migram de seu país em busca de trabalho na Europa, e para isso, passam pela Líbia, onde podem ter sido capturados pelos terroristas.
O menino cristão que foi queimado vivo por extremistas muçulmanos no Paquistão não sobreviveu aos ferimentos e morreu cinco dias após o atentado. Nauman Masih teve 50% do corpo queimado e faleceu no último dia 15 de abril.
Aproximadamente duas mil pessoas participaram do funeral de Nauman, manifestando solidariedade à família e repúdio ao ato de intolerância. O adolescente havia sido abordado por dois muçulmanos que o questionaram sobre sua fé, e ao ouvirem que ele era um cristão, o banharam em querosene e atearam fogo.
Os médicos que atenderam Nauman tinham expectativas de que, apesar dos 55% do corpo queimado, ele pudesse se recuperar bem. No entanto, com o passar dos dias, o diagnóstico mudou, e quando ele ia ser submetido a uma cirurgia plástica reparatória, os médicos estimavam sua chance de sobreviver em apenas 50%.
“Nauman foi corajoso ao longo de sua dor e falou de perdão para seus agressores. Ele morreu como um mártir e estará sem dúvida, com o Senhor hoje”, disse o presidente da Associação Cristã Paquistanesa, Wilson Chowdhry, em um comunicado divulgado.
Chowdhry pediu também oração pela família de Nauman Masih, para que Deus os console por sua perda: “Por favor, orem por sua família, que tiveram de suportar cinco dias de extrema angústia e poder esperar pouco da justiça”, concluiu.
Diariamente, milhões de cristãos sofrem violência por causa de perseguição e intolerância religiosa. Estes irmãos, que formam a chamada “Igreja Perseguida”, são mártires da contemporaneidade, pois mesmo sem liberdade de culto, se mantém fiéis à mensagem da cruz, pagando com suas vidas a fidelidade ao Evangelho de Cristo.
Enquanto isso, em países como Estados Unidos e Brasil, por exemplo, ministérios arrecadam fortunas em doações para construção de templos “faraônicos”, pregando a “teologia da prosperidade” e fechando os olhos para os irmãos na fé que sofrem por amor a Cristo. Ore.
O Encontro Nacional de Ateus (ENA) realizado no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC) foi marcado pela queima de um exemplar da Bíblia Sagrada, e o gesto foi considerado desrespeitoso pela reitoria da universidade, que suspendeu as atividades culturais.
O gesto do estudante de filosofia Roberto Oliveira da Silva aconteceu durante o encontro nas instalações da UFAC, que contava com apoio de professores. O organizador do evento, Felipe Zanon, disse ter autorizado a queima da Bíblia.
“No dia em que eu tiver que censurar um artista em seu lugar de direito, o palco, será o dia em que a arte e a cultura morreram”, justificou Zanon, que é historiador, ateu, militante petista e estudante de direito na UFAC, segundo informações do AC24H.
A repercussão do gesto e de sua fala não foi a melhor na comunidade acadêmica, e como resposta às críticas, Felipe Zanon disse que o gesto foi feito para repudiar “o mal causado pela Igreja no que diz respeito aos massacres ocorridos ao longo da história do cristianismo”.
Zanon argumenta que houve atos de vandalismo e brigas em outros eventos culturais, mas a reitoria da UFAC não tomou providências similares: “Aproveitaram o que aconteceu (queima da bíblia) para pegar carona e nos colocarem como culpados”, disse o militante petista.
Felipe Zanon promete queimar novo exemplar da Bíblia
Como retaliação, Zanon prometeu atear fogo a outro exemplar da Bíblia Sagrada se o reitor Minoro Kimpara não revisse sua decisão: “Se a reitoria não aclarar e rever a situação que levou a suspender os eventos, bem como a real motivação acerca da proibição de novos eventos musicais, eu mesmo vou tocar fogo em outra Bíblia, desta vez na frente da reitoria. Daí sim, terão motivos para me culpar realmente porque até agora estou sendo culpado por algo que não fiz”, disse.Questionado se a queima da Bíblia não seria uma forma de intolerância religiosa, Zanon minimizou: “Eu acredito em mim mesmo, no que sou, no que posso! Respeito os demais, suas crenças… Não temos problema nenhum em quem crer ou não em Deus. Nós buscamos a laicidade do Estado, queremos um estado sem religião, todos merecem o mesmo respeito, inclusive falam em perseguição, mas nós é quem sofremos perseguição por sermos ateus, porque somos minoria. Nossos cartazes foram rasgados aqui nas dependências da UFAC. Até o outdoor com a divulgação do nosso evento foi retirado”, disse.
O reitor Kimpara disse que a suspensão dos eventos foi uma resposta aos atos de vandalismos e não, especificamente, pela queima da Bíblia, e ressaltou que não concordou com o gesto: “É lamentável agredir a crença das pessoas, eu fiquei triste porque as pessoas têm o direito de crer ou não, de defender suas posições políticas, suas convicções, mas para tudo isso é importante o respeito. A Ufac é um espaço plural, lugar de cristãos e das pessoas de diferentes religiões, dos que creem e dos ateus também. Eu defendo uma Ufac uma sociedade e um estado laico que garanta a convivência respeitosa entre ateus e cristãos de diferentes religiosidades. A intolerância precisa ser exercida, sim, mas contra a corrupção e a miséria que a assola nosso pais e grande parte do mundo”, concluiu.
Uma família evangélica foi agredida a pauladas e pontapés na cidade de Barretos (SP) por estudantes de uma escola pública. O motivo da agressão é o fato de professarem a fé protestante.
As desavenças começaram com uma menina de 12 anos de idade, que foi hostilizada na Escola Estadual Embaixador Macedo de Soares por ser evangélica. No dia seguinte, quarta-feira, 13 de maio, a irmã mais velha, de 16 anos, foi tirar satisfação e terminou agredida.
“Elas disseram que não gostavam do meu jeito, do meu cabelo. A diretora já tinha me avisado que elas não gostavam do jeito que eu me arrumava. Elas ficavam me chamando de ‘zé povinho’, dizendo que eu ia perder o cabelo, essas coisas”, afirmou a adolescente em entrevista à EPTV.
Em depoimento à Polícia, ela contou que só foi tirar satisfação porque havia duas semanas que sofria com as hostilidades.
No entanto, o fato de a família ter ido procurar a Polícia causou ainda mais revolta nos estudantes, que no dia seguinte, quinta-feira, 14 de maio, a agrediram após a aula. Os pais e um dos tios da menina tentaram apartar a confusão e terminaram agredidos também pelo grupo de cerca de30 pessoas.
O tio da adolescente foi atingido por uma paulada na cabeça, desmaiou e continuou sendo espancado, a pontapés. Socorrido após a chegada da Polícia Militar, o homem de 31 anos teve o rosto desfigurado e sofreu traumatismo craniano.
Internado na Santa Casa de Barretos, ele passou por atendimento de emergência e recebeu alta, porém deverá se submeter a uma cirurgia. A adolescente e os pais sofreram apenas ferimentos leves.
A mãe da adolescente agredida preferiu não se identificar à reportagem e falou que a determinação dos estudantes era tanta, que mesmo com sua presença e do pai das meninas, continuaram agredindo com socos e puxões de cabelo: “Eu peguei ela (sic) e levei embora. Mesmo com ela dentro do carro, um menino ainda saiu puxando o cabelo dela. Eu tentando sair da porta da escola e ele puxando o cabelo dela”, relembrou.
Agora as filhas estão recebendo ameaças nas redes sociais, e a família, assustada, considera deixar a cidade e voltar a Goiânia (GO), de onde vieram em busca de emprego: “Eu me senti impotente. A covardia foi demais. Na hora, eu não tinha para quem pedir socorro. Eles enfrentam os próprios coordenadores da escola. Eu vou tirar as minhas filhas da escola e não sei nem se vou continuar na cidade. Eu estou com medo”, disse a mãe.
Evangélicos da Igreja Quadrangular da cidade de Catalão, sudoeste de Goiás, fizeram uma manifestação contra a ação movida pelo Ministério Público contra a igreja.
O MP acusa o templo de poluição sonora e obrigada a denominação a pagar uma multa no valor de R$ 50 mil. A ação não foi julgada e pode ser contestada na justiça caso a igreja não aceite a decisão.
Segundo a TV Anhanguera, os vizinhos da igreja reclamaram do barulho ao MP que entrou com a ação há três anos.
O pastor foi notificado e já providenciou todos os ajustes necessários para impedir que o som dos cultos atrapalhe os vizinhos. “Eu cumpri absolutamente em dia o prazo que a Justiça me deu para fazer a contenção do som na igreja. Foi uma empresa profissional que fez o trabalho para nós. Essa ação civil pública contra a igreja foi depois que tudo já estava pronto”, diz o pastor Elton Quirino.
Revoltados, os fiéis foram até o prédio do Ministério Público com faixas e cartazes reclamando da decisão. “Teria tantos outros meios de serem processados, tantas festas que são feitas na cidade que não recebem um processo. E a igreja do senhor Jesus, que adora a Deus, está sendo processada pelo seu barulho, pelo seu louvor a Deus”, diz o pintor Sivaldo Moraes que é membro da Igreja Quadrangular da cidade.
A administradora de empresa Luciene Oliveira também é contra a decisão e diz que é um valor abusivo. “É uma igreja que não vai contra a lei, cumpre o que a lei manda, tanto que o pastor fez a contenção do som. O som não está saindo ou incomodando. Queremos dizer que a igreja não é contra a lei, mas sim contra os abusos da lei”.
O promotor de Justiça Roni Alvacir, que está por trás da ação, afirmou que em Goiás a lei determina que o barulho produzido no período noturno não deve ultrapassar 45 decibéis. Ao medir um dos cultos da instituição processada foi averiguado que o som chegava a 61 decibéis.
Sobre a reforma, o promotor diz que ainda não foi verificar se ela está dentro dos conformes. “A adequação feita por eles precisa ser objeto de aferição para ver a eficácia e ver se não precisa de melhorias”.
Alvacir também garante que o órgão público não está perseguindo os evangélicos. “O MP não admite essa ilação de que está perseguindo, discriminando ou atuando de forma injusta. Pelo contrário, o MP, como defensor da ordem jurídica, respeita a liberdade de crença e o livre exercício de culto. Mas a igreja também é obrigada a cumprir a legislação”.
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